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R. Rodrigues Sampaio - Lisboa

Como equilibrar as emoções e a razão

Como equilibrar as emoções e a razão

Fazer boas escolhas envolve equilibrar as emoções e a razão.

Por isso, hoje eu quero conversar com vocês sobre o Poder de escolha e como equilibrar as emoções e a razão.

E o quanto as emoções e a razão estão envolvidas nas escolhas que fazemos.

Você já parou para pensar que nossas escolhas são um poder imenso que temos nas mãos?


1-  Fazer escolhas faz parte da nossa rotina

Todos os dias fazemos muitas escolhas. E, talvez você não tenha percebido ainda o poder das nossas escolhas.

Fazemos escolhas das mais simples como:

  • Colocar o despertador na soneca ou se levantar de uma vez;
  • Tomar café ou não;
  • No trânsito, qual caminho fazer para chegar mais rápido no trabalho, faculdade etc.?

Todas essas escolhas são quase que diárias. E, na verdade, muitas vezes não nos lembramos que as pequenas escolhas diárias são escolhas também.

Porém, existem aquelas escolhas que sabemos ou sentimos que são escolhas, por exemplo:

  • Qual curso devo fazer?
  • Qual profissão devo seguir?
  • Eu aceito aquela proposta de emprego no exterior?
  • Viajo para onde nas férias?

Eu entendo que as escolhas envolvem muito mais nossos sentimentos do que imaginamos. E, principalmente, essas escolhas mais determinantes mexem bastante com a nossa mente e nossos sentimentos .

Essas escolhas podem ser mais difíceis de tomar porque sabemos de alguma maneira que elas vão modificar a vida que estamos levando.

Trata-se de escolhas que envolvem não somente a razão, ou seja, quando você reflete se é o melhor a fazer ou não, quais as consequências etc.

Nessas escolhas as emoções tem um peso muito grande para nós.

São escolhas que envolvem muito das nossas emoções porque elas têm a ver com nossos desejos e também com nossa intuição. 

Mas como equilibrar as emoções e a razão?


2- As escolhas envolvem equilibrar as emoções e a razão

Como eu falei acima, fazer escolhas não é algo somente objetivo. Muitas vezes pode ocorrer um choque.

Porque, afinal, não é simples escolher. Também não é simples equilibrar as emoções e a razão.

Se, por exemplo, você sonha estudar em outro país, em algum momento você precisa fazer a escolha de aplicar para o curso no exterior que deseja, vai precisar de dinheiro para viver lá etc.

Mas, além dessa parte mais objetiva, surgem outras situações que pesam na sua escolha: 

  • você vai ficar longe da sua família, 
  • do seu animal de estimação, 
  • você vai ter que conviver com pessoas que nunca viu, 
  • vai precisar se “virar sozinho”, 
  • dentre outras coisas.

E, é normal que sentimentos como medo, insegurança e saudades surjam e até mesmo abalem as suas certezas. Ou que você duvide das decisões que tomou ou não saiba o que escolher.

O que eu quero dizer sobre isso é que os sentimentos estão envolvidos nas escolhas e, por isso, escolher não é tão simples.

Na verdade, equilibrar as emoções e a razão é uma tarefa diária nas nossas vidas e que como envolve nossas emoções também se torna mais difícil.

Escolher pode ser muito objetivo, mas não somos seres separados das nossas emoções. E, muitas vezes, não entender o que sentimos ou ignorar nossos sentimentos podem atrapalhar nosso poder de escolha.


3- Deixa a vida me levar?

“Deixar a vida me levar” é uma escolha e gera resultados.

Claro que nossas escolhas têm a ver com o livre arbítrio que cada indivíduo possui. Porém, escolhas geram consequências. E, além disso, ainda existe o fato de que muitas vezes nossa escolha individual afeta as pessoas ao nosso redor também.

Então, realmente a escolha é um poder que está nas suas mãos.

Todos lembramos daquela música muito famosa do Zeca Pagodinho, “Deixa a vida me levar…”.

Mas já parou para pensar que mesmo “deixar a vida me levar” é uma escolha?

Quero dizer, você está escolhendo trabalhar com o que aparecer na sua vida e, aparentemente, não fazer grandes escolhas através da sua razão e suas emoções.

Sabe, eu entendo que escolher somente com a razão ou somente com as emoções é muito arriscado.

Por um lado, você pode acabar escolhendo uma direção que não é o que você realmente ama e deseja.

Por outro lado, você pode agir impulsivamente e sem considerar as consequências. E as consequências sempre vem. Para você e para pessoas que estão próximas de você ou que cruzam seu caminho de alguma maneira.

Assim, escolhas envolvem considerar as consequências que serão geradas para você e para seu entorno.

Mas, envolvem também seus sonhos e objetivos e aquilo que faz parte de quem você é e de quem você almeja se tornar.

Claro, muitas vezes vamos nos arrepender de escolhas. Vamos ver que escolhemos mal ou que a escolha teve uma consequência que magoou alguém que amamos ou atingiu pessoas que não poderíamos prever.

Portanto, é importante ter a consciência de que escolhas geram consequências.

E conseguir aceitar o que não escolhemos bem. Pedir perdão quando necessário. E consertar o que for preciso.

Mas, principalmente, aprender sempre.

Abraço da Lih!

Lilian Alencar
Lilian Alencar é apaixonada pelo saber e criadora do Método Mente-Livre, revigorou seu blog para desafiar-se e poder contribuir com quem gosta de ler. Defensora incansável da proteção à infância e acredita profundamente na leveza das relações, com parcerias transparentes e sem barreiras de rivalidades entre homens e mulheres.

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